Manuel Marques
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Meu Diário
08/03/2009 16h24
69 - Desejo
A vida corre-me bem obrigado!

Graças a mim, à minha persistência, à minha constante luta e a estar-me cada vez mais nas tintas para os cabrões e vacas que me tentam lixar a vida!

Tenho muito amor na minha vida, mas nunca vou estar satisfeito e o silêncio nunca será de ouro para quem se queira dar comigo!


Sejam felizes com o que têm e arranjem tempo para VIVER!!!
Publicado por Manuel Marques
em 08/03/2009 às 16h24
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30/11/2008 10h20
68 - Palavras
Se escrever no título PARABÉNS tenho sucesso garantido na leitura. Porém só escrevo parabéns quando é o aniversário de alguém.

E afinal para que serve o sucesso. Dinheiro e estimulos ao ego, tão somente. Nada mau diria, mas prefiro o pouco que tenho e a imaginação que flui, sem interesses nem complexos, do que viver sobre o stress de cumprir prazos sobre algo que me sai da mente. Ah pois confesso que o melhor seria se a alma partisse para outro corpo e deixasse este a apodrecer de vez.

Palavras, apenas palavras, mas no final é apenas a isso que todos aspiraremos, apodrecer decentemente, sem dependermos de ninguém.

Sou deprimente, ora bolas, passo o dia a tentar incutir o lado positivo das coisas aos outros, tenho direito a ser deprimente o resto do tempo se nada me motivar a fazer aquilo que apregooo, com sucesso digo de passagem, e o sucesso meus caros vê-se nos resultados, nos actos, não nestas palavras que apenas são o reflexo de coisas passadas.

Viver o presente? Claro que sim! Passado é museu? Claro que é! Mas seguramente que o futuro acontece a cada segundo e os planos de nada servem.

Um conselho... ABRANDEM O RITMO... ou ficam como eu...
Publicado por Manuel Marques
em 30/11/2008 às 10h20
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28/10/2008 03h54
67 - Solidão
Equaciono muita coisa para 2009, uma dessas coisas porventura deixar de participar de vez em comunidades tipo Orkut, onde já entrei e saí quase uma dezena de vezes e onde sinto sempre que há algum palhaço invejoso que me fala mal pelas costas.

Dou importância, talvez demasiada, ao contacto humano, ao prazer de um abraço, ao rec onhecimento por alguma coisa boa ou à reprimenda por alguma coisa má. Olhos nos olhos, cara na cara, sentindo o respirar, sentido aquilo que por vezes escrevo mas nunca alcanço.

Estou farto desta modalidade de vida virtual, tenho adiado vezes sem conta a minha viagem ao Brasil, constatado cada dia mais que a vida não vale assim tanto a pena e que o lema 'É bom ter vida!' que 'roubei' de uma canção dos Quinteto Tati é apenas um subterfúgio para prolongar uma existência sem sal, sem sabor, apesar de ter muito amor à volta (não o problema não é falta de sexo...), quem me queira e essas cenas todas.

A luz procuro divulgá-la, as trevas é algo que me acompanha o cinzentismo de cada dia, ignóbil, com o sentido próprio de quem não agradece o simples facto de poder respirar em paz, sem guerras, sem miséria, talvez sem nada porque o mal dos outros é-me indiferente cada vez mais.

Há que viver o dia a dia, e sentir que as pessoas estão presentes, o que sinto é apenas e só ausência, cinismo, interesseirismo, ignorância, soberba e inveja, podia continuar e chegar aos sete pecados mortais mas Dante já o fez de forma sublime...

Estou em desatino com a vida que levo, com as constantes mudanças que lhe imprimo, com a fuga a uma rotina que, cada vez o sinto mais, me levará a químicos que me ajudarão a dormir, que me porão um sorriso na cara, talvez que me façam caminhar.

Essa é a herança de oito anos do trabalho na banca, a herança de acreditar vezes sem conta nos propósitos mesquinhos de quem já nem se lembra de me ter massacrado, assim um pouco como os nazis que dizem nunca ter havido o holocausto...

Vegeto cada dia sem parar, invento motivos para algo que nunca senti a sério dentro de mim: felicidade

Não aceito comentários públicos ou privados a este texto. Aliás para quê dizê-lo se o pessoal já se está nas tintas e nunca tem tempo para nada?
Publicado por Manuel Marques
em 28/10/2008 às 03h54
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07/09/2008 16h50
66 - Antologia Delicatta III
O prazer de participar nesta Antologia em conjunto com poetas e escritores portugueses e brasileiros é motivo para me sentir com aquele brilhozinho nos olhos que há tanto tempo não sei bem o que é.

O meu obrigado à excelentíssima coordenadora do projecto Luiza Beatriz Moreira e ao seu cuidado em fazer da obra algo que ultrapassa a mera edição apenas com intuitos comerciais (que são importantes, para continuar a divulgação).

No momento em que escrevo esta mensagem não tenho o livro nas minhas mãos (poor exclusiva culpa minha diga-se de passagem), não o pude folhear, não pude extasiar-me, como me extasio perante aquilo que gosto e ler é um dos meus principais prazeres! Mas a emoção e o orgulho que tenho em fazer parte desse projecto é algo que não consigo explicar!

A Antologia Delicatta III foi lançada no dia 16 de Agosto de 2008 em São Paulo.
Publicado por Manuel Marques
em 07/09/2008 às 16h50
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07/09/2008 16h43
65 - Crónicas

A partir de hoje vou recomeçar a publicar as minhas crónicas sem taxa moderadora. 

Já estão todas disponíveis no Recanto das Letras (43) e pelo menos 50 estão num caderno que fui enchendo desde o ano passado até à cerca de um mês, penso ser o sítio ideal para que tudo fique disponível aos olhos e às almas de quem quiser ver e talvez absorver.

Poderá não ser importante para quem passar os olhos por isto, mas para mim a importância da escrita é quase como respirar!

Beijos e abraços

Publicado por Manuel Marques
em 07/09/2008 às 16h43
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