Manuel Marques
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Meu Diário
30/10/2007 20h58
54 - Olhar
Não me apetece grandes conversas, agora que isto é um lugar vazio, onde só se leem as mensagens de aniversário e de felicidade oca, posso dissertar à vontade que é sempre a mesma pessoa a vir aqui espreitar.

Quem será?

Um beijo ou um abraço a quem ler isto!
Publicado por Manuel Marques
em 30/10/2007 às 20h58
 
23/10/2007 18h54
53 - Invisivel
Sabe-me bem poder escrever sendo praticamente invisivel. Sem que andem a vasculhar cada pormenor do que escrevo. Sabe-me bem, mas só às vezes.

A imaginação anda arredia, o romance que já devia ir de vento em popa está parado, com meia dúzia de linhas, porque faço questão de o escrever primeiro à moda antiga, e só depois a versão pc.

A vida sabe bem, e mesmo que não me agrade sempre vai melhor que milhões de desgraçados que nunca souberam o significado de paz e trnaquilidade, quanto mais saúde, divertimento ou um abraço!
Publicado por Manuel Marques
em 23/10/2007 às 18h54
 
23/10/2007 03h47
52 - Insistir?
Pergunto-me para quê a dedicação, o amor, o carinho por alguém, se a correspondência é sempre um caminho diferente, lutar pelo que não apetece lutar, só porque não se faz frente aos sentimentos.

Será erro, será cegueira, será estupidez ou apenas atraio quem não quero, não me satisfaz, não me agrada por nada deste mundo?

Vale a pena insistir? Cada vez acredito menos seja no que for... no amor... apenas como palavra e pouco mais... talvez parar de insistir e seguir a via dos que emigram para a Austrália seja a melhor solução, a mais atraente e duradoura. As lágrimas caíriam, mas com o tempo me esqueceriam...
Publicado por Manuel Marques
em 23/10/2007 às 03h47
 
21/10/2007 08h56
51 - Solidão
Como é possível, num mundo com cada vez mais gente, que a solidão tome cada vez mais parte activa nos corações de cada um?
Publicado por Manuel Marques
em 21/10/2007 às 08h56
 
21/10/2007 08h53
50 - «Ana II - Homenagem a Jorge de Sena»
Ana II (Homenagem a Jorge Sena)


O mar não é tão fundo que me tire a vida
Nem há tão larga rua que me leve a morte
Sabe-me a boca ao sal da despedida
Meu lenço de gaivota ao vento norte
Meus lábios de água, meu limão de amor
Meu corpo de pinhal à ventania
Meu cedro à lua, minha acácia em flor
Minha laranja a arder na noite fria


António Lobo Antunes

cantado por Vitorino


É dos meus poemas preferidos, cantado com a alma por Vitorino Salomé!
Publicado por Manuel Marques
em 21/10/2007 às 08h53
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