Manuel Marques
Sejam bem-vindos!
Capa Meu Diário Textos Áudios E-books Fotos Perfil Livros à Venda Livro de Visitas Contato Links
Meu Diário
21/10/2007 07h17
49 - Confusão
Os planos são tantos, de voar, de desaparecer e conhecer novas ilusões, animações e pessoas.

Oh pessoas, podiam ser animais que também adoro, mas pessoas... mas por vezes apetece-me mais desaparecer de vez... cada vez mais... nem é pelo amor que dilacera ou anda permanentemente desencontrado, apenas apetecia-me uma fórmula de desaparecer sem deixar sofrimento a quem gosta de mim...
Publicado por Manuel Marques
em 21/10/2007 às 07h17
 
20/10/2007 08h18
48 - «Os Meninos de Huambo»

huambodigital.net/2006/06/16/os-meninos-de-huambo/ 

Paulo de Carvalho

Composição: Rui Monteiro

«Com fios feitos de lágrimas passadas
Os meninos de Huambo fazem alegria
Constroem sonhos com os mais velhos de mãos dadas
E no céu descobrem estrelas de magia

Com os lábios de dizer nova poesia
Soletram as estrelas como letras
E vão juntando no céu como pedrinhas
Estrelas letras para fazer novas palavras

Os meninos à volta da fogueira
Vão aprender coisas de sonho e de verdade
Vão aprender como se ganha uma bandeira
Vão saber o que custou a liberdade

Com os sorrisos mais lindos do planalto
Fazem continhas engraçadas de somar
Somam beijos com flores e com suor
E subtraem manhã cedo por luar

Dividem a chuva miudinha pelo milho
Multiplicam o vento pelo mar
Soltam ao céu as estrelas já escritas
Constelações que brilham sempre sem parar

Os meninos à volta da fogueira
Vão aprender coisas de sonho e de verdade
Vão aprender como se ganha uma bandeira
Vão saber o que custou a liberdade

Palavras sempre novas, sempre novas
Palavras deste tempo sempre novo
Porque os meninos inventaram coisas novas
E até já dizem que as estrelas são do povo

Assim contentes à voltinha da fogueira
Juntam palavras deste tempo sempre novo
Porque os meninos inventaram coisas novas
E até já dizem que as estrelas são do povo»


Uma das minhas músicas preferidas!!!

Publicado por Manuel Marques
em 20/10/2007 às 08h18
 
20/10/2007 08h13
47 - Tempo
Gostava de ter aqui comigo uma fórmula de parar o tempo, rebobinar algumas experiências e reviver de outra forma alguns momentos que em vez de tormenta fossem apenas algo de normal, algo que me permitisse sorrir. Ou então fornecer as bases para uma vida despreocupada e senil.

À s vezes apetecia-me ser outra pessoa, esquecer toda esta mundana preocupação que não faz bem ao mundo, que não me satisfaz a mim... tanta gente sem nada...
Publicado por Manuel Marques
em 20/10/2007 às 08h13
 
18/10/2007 20h19
46 - Esperança
Determinados acontecimentos na vida põem à prova toda a capacidade que o ser humano tem de amar e odiar.

Esquecendo o ódio, fico feliz de descobrir que consigo amar, apesar de sentir solidão, apesar de ter o mundo a meus pés e seguir de cabeça erguida, rigida, sem movimentos.

Tenho esperança que um dia algo de muito forte e poderoso vai acontecer. Haja fé (à minha maneira), preserverança e dedicação. Juntando-se calma e sobretudo paixão, constato que o amor é a maior das esperanças e que o posso alcançar.

Talvez assim ilumine o meu e o caminho de outras pessoas!!!
Publicado por Manuel Marques
em 18/10/2007 às 20h19
 
07/10/2007 08h15
45 - Silêncio
A vida é feita de silêncios, uns mais cómodos, outros convenientes, outros insuportáveis, outros inadmissíveis..

Há os silêncios do amor que se pode contemplar.

Há os silêncios da solidão.

Há os silêncios de quem se esperaria um pouco mais de actos e coragem.

Há o silêncio da vida e da profunda memória que fica de quem se vai e apenas fica no coração.

Há o silêncio de quem se ama e nunca se cheirou, se tacteou, se envolveu físicamente.

Há o silêncio constante de quem não entende que há um espaço a preservar.

Mas por vezes o silêncio torna-se egoísta, apesar da ânsia da ternura, apesar de se tentar proteger outrém de notícias menos agradáveis.

Por vezes o silêncio vale mais que a mera verdade, a absoluta e total transcrição do que acontece só para se ficar com a consciência tranquila. Se há amor, há silêncios que valem mais a pena, basta discernir, ter paz dentro de nós próprios para o saber entender. Para saber que o silêncio quando quebrado pelo simples bater do coração apenas serve para proteger a vida, acalentar a esperança, sublimar o prazer de viver!

Não sou apologista da mentira, longe de mim tal ideia, mas há formas simples de tornar alguém feliz poupando-o a silêncios desnecessários, ou então agindo em conformidade com aquilo que não se diz, mas se sente muito para além de um mero AMO-TE!
Publicado por Manuel Marques
em 07/10/2007 às 08h15
Página 9 de 18
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 »